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Alexandre Melo

am4131557@gmail.com

Amor. Amiga. Vida a' minha!

 

Daquele pavilhão não me esqueço eu não! 

Onde vivemos um turbilhão! 

Éramos jovens, 

E então? 

A forma como tudo começou, 

Com certeza m’apavorou! 

Aquele abraço fingido, 

Embora sentido... 

Faz-me pensar e repensar, 

Naquilo que poderíamos ter sido! 

De ti não me vou esquecer! 

Mas se tiver de ser, 

Será apenas quando a luz não conseguir ver! 

Estarei sempre aqui! 

A amar-te, 

Adorar-te, 

Ajudar-te e  

A orientar-te! 

Parte-me o coração,  

Saber que o queres. 

Mas controlar-te, 

Não é a minha função! 

Ser teu professor, 

É um trabalho apavorador! 

Mas apenas para os fracos, 

Visto que, 

Digo apenas os factos! 

Talvez o meu destino, 

Ao teu lado não seja! 

Conhecer-nos procuramos, 

Mas só agora começámos! 

Este poema, 

Pode ser escrito, 

Durante o tempo... 

Em que o que sinto, 

É infinito! 

O meu amor prevalecerá, 

E nos tempos de “Jácánãoandará”, 

Ainda do meu amor... 

Se vai ter muito que falar! 

Os meus mecanismos, 

A ciência não descobrirá! 

Mas tu, alma gémea minha, 

Durante o reinado do meu amor... 

Aprenderás! 

Palavra de cavalheiro, 

Nem o abracadabra... 

Conseguirá quebrar! 

Minha última ordem ao meu amor, 

Será... 

Não te deixar escapar! 

Prisioneira dele serás, 

Mas no fim verás... 

O arrependimento surgir! 

Aprender a viver, 

Só mesmo vivendo! 

Mas lendo, 

Aquilo que te escrevo, 

Espero que a vida... 

A algum lado te leve! 

Com meu amor eterno me despeço! 

Oh meu amor, 

Minha amiga. 

Que vida a’ minha!