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Alexandre Melo

am4131557@gmail.com

Ai que tenebrosa enfermidade

Ai que tenebrosa enfermidade

Que debilita o meu ser

E o esconde da luz!


Dai fogo a esse perjurado

Que dá o magistrado

Segundo seu grado!


Puxai-o para o renascido

Tempo de sentido,

Tempo de medo!


Que falso covarde

Que se esconde nas trevas,

E nelas trabalha o Tendão de Aquiles

Daqueles coitados pobres

Que a ele se subordinam!